vandaroberto.com

Relacionamentos

Voltar a Confiar Depois de uma Relação Tóxica: O Que Ninguém Te Diz

Voltar a confiar depois de uma relação tóxica é, muito provavelmente, o maior desafio na vida de uma mãe solo que decidiu que já chega de aceitar migalhas nas suas relações. Após anos a apagar fogos diários entre a criação dos filhos, o trabalho e um esgotamento emocional profundo, a ideia de abrir o coração novamente gera um pânico silencioso. Tu desejas viver um relacionamento saudável, mas sentes que o teu radar está permanentemente avariado. Passas os dias a monitorizar o comportamento alheio, a analisar mensagens e a procurar sinais de perigo.

No entanto, o que ninguém te diz sobre voltar a confiar depois de uma relação tóxica é que o teu medo real nunca foi o que o próximo homem possa fazer. O teu verdadeiro medo é a tua própria falta de limites e a vergonha de te voltares a anular, ainda que não tenhas consciência disso.

Porque fazes isto sem perceber: O trauma do alerta constante

Quando sais de um ambiente disfuncional, o trauma ensina o teu corpo a estar sempre em alerta. Carregas uma culpa oculta por teres “permitido” que te ferissem durante tanto tempo, e é por isso que hoje desconfias até do que é bom e sabotas o que é leve. Fazes isto sem perceber: transformas-te numa investigadora privada do comportamento dele, achando que o controlo te vai proteger. Mas policiar o outro não é proteção; é apenas a tua hiperdisponibilidade disfarçada de protecção com essa armadura que decides vestir todos os dias.

Para interromperes este ciclo e aprenderes como voltar a confiar depois de uma relação tóxica, tens de parar de procurar garantias externas.
No nosso artigo anterior, onde abordámos Como Impor Limites nos Relacionamentos, sem Medo da Rejeição, ficou claro que a permissividade destrói a tua autoestima. Se continuas focada em prever as falhas do parceiro, estás apenas a tentar moldar o terreno para poderes caminhar descalça outra vez, quando o que a selva das relações modernos te exige é postura e território.

O Salto Alto Emocional para voltar a confiar depois de uma relação tóxica

A autoconfiança não nasce de encontrar um parceiro perfeito que nunca erre. A verdadeira viragem para voltar a confiar depois de uma relação tóxica acontece quando calças o teu salto alto emocional e assumes a tua Regência. O salto alto emocional é a certeza absoluta de que tu és o teu próprio lugar seguro. É saberes que, se um homem tentar trazer migalhas de escassez para a tua vida, tu tens a maturidade necessária para impor um limite, fechar a porta e levantar-te da mesa, sem a necessidade de te explicares em excesso.

O problema nunca foi o homem errado — é o padrão que te faz escolhê-lo e permanecer onde não és valorizada. Se tens consciência de que estás num ponto de viragem e queres identificar a raiz exata do padrão emocional que te impede de colocar limites nas tuas relações, eu posso ajudar-te. Não precisas de continuar a carregar este peso sozinha. Responde a esta leitura enviando um e-mail para vanda@vandaroberto.com com a frase “Quero a minha sessão revelação”. Vamos desenhar juntas a tua linha de defesa prática.

Tu não estás a começar do zero. Estás a começar de ti.

Com Amor & Ousadia,

Vanda Roberto

Já conheces o meu canal no Youtube?
Ora espreita aqui👇
https://www.youtube.com/@vandaroberto

Voltar a Confiar Depois de uma Relação Tóxica: O Que Ninguém Te Diz Read More »

O Erro da HiperDisponibilidade – Limites na Prática

A Paragem de Emergência de Parceiros Fragmentados

No nosso último encontro no Regelog, descascámos o diagnóstico do silêncio no artigo [Como Impor Limites nos Relacionamentos, sem Medo da Rejeição – Podes lê-lo aqui]. No entanto, a tomada de consciência, sem uma mudança de comportamento no terreno, é apenas uma ilusão que mantém o ciclo ativo.

Na selva das relações modernas, o reflexo imediato do medo de perder o outro é a hiperdisponibilidade.

Tu transformas o teu tempo num balcão aberto 24/7, e o teu espaço numa paragem de emergência, para homens fragmentados e indisponíveis.

Se queres entender como colocar limites na relação, o primeiro passo não é falar mais alto; é fechar as portas que se alimentam da tua permissividade.

O Radar Desligado: Quando Funcionas como Alvo Fácil

Confundir bondade com permissividade é o erro crónico que desliga o teu radar afetivo.

Quando aceitas banquetes de escassez — justificando a instabilidade, os silêncios e a falta de compromisso do outro —, estás a sinalizar que o teu território não tem dono. Tu assumes o papel de salvadora da relação, ignorando a verdade nua e crua, de que dar tudo não cria amor; apenas desgasta o teu próprio trono.

A ciência do comportamento humano e as dinâmicas de apego disfuncional, amplamente estudadas por especialistas nas áreas da psicologia e do comportamento humano, demonstram que os predadores afetivos, procuram exatamente este perfil: mulheres brilhantes, mas sem linha de defesa prática. Saber como colocar limites na relação passa, obrigatoriamente, por assumir a responsabilidade pelas tuas escolhas e parar de investir a tua energia premium em solos áridos.

Calçar o Salto Alto Emocional: A Prática da Regência

Para recuperares a tua Regência e saíres da posição de alvo na selva, a tua postura tem de mudar hoje. Aplicar limites exige que executes três movimentos estratégicos:

1- Elimina o Excesso de Explicações: Quem te honra respeita o teu espaço; quem te manipula usa as tuas justificações para contornar as tuas regras. Acredita que eles são mais atentos do que tu imaginas, e se gostarem de ter os egos alimentados, vão usar esta tática, não duvides;

2- Avalia o Terreno Antes da Entrega: Observa se as ações e palavras dele além de serem congruentes entre si, sustentam a presença que exiges, em vez de correres atrás de validação.

3- Aceita a Partida dos Inquilinos: Quem se afasta quando tu demarcas território, nunca amou a tua essência — gostava apenas da facilidade que a tua falta de postura oferecia e da validação que acabavas por dar inconscientemente.

    Eu!? Já estive no teu lugar e sei aquilo que digo…
    Continuo a mesma mulher… só deixei de andar descalça em terrenos que exigem uma postura diferente.
    O teu resgate afetivo, não depende da mudança do outro, mas sim da decisão de habitares o teu lugar de direito.

    O teu trono, as tuas regras.

    Com Amor & Ousadia,
    Vanda Roberto


    Já conheces o meu canal no youtube?

    Ora espreita aqui👇

    https://www.youtube.com/@vandaroberto

    O Erro da HiperDisponibilidade – Limites na Prática Read More »

    Como Impor Limites no Relacionamento sem Medo de Rejeição

    O Preço do teu Silêncio:

    Muitas mulheres confundem tolerância com amor. Na selva das relações modernas, o padrão mais silencioso e devastador, é o da mulher que se anula, aceita migalhas e engole sapos para evitar conflitos. Se tu passas os dias a ceder a encontros de última hora, a aceitar a indisponibilidade dele ou a calar o teu desconforto porque tens pânico de o afastar, tu precisas de acordar e aprender como impor limites no relacionamento sem medo de rejeição, antes que a tua dignidade seja completamente apagada.

    Quando tu dizes “sim” ao outro, querendo dizer “não”, estás a assinar um contrato de autoabandono. O medo de ser abandonada faz com que andes descalça, a pisar vidros, enquanto garantes que o parceiro caminha confortável. Só que há uma verdade matemática que a tua Mulher (amante) Ferida ignora: quem não te respeita quando tu colocas um limite, já não te respeitava antes do mesmo.

    O Teu Radar Desligado

    A falta de demarcação, do teu espaço pessoal destrói o teu valor de mercado afetivo. Quando não há barreiras, a outra pessoa assume, que tem passe livre para te tratar como uma segunda opção. Tu deixas de ser a Regente que dita o ritmo e passas a ser a figurante que se molda à agenda alheia.

    Para saíres desse papel de submissão disfarçado de lealdade, o primeiro passo é a ativação da tua consciência analítica, percebendo onde o teu radar emocional se desligou. Este é um comportamento de hipersensibilidade que engloba a relação entre a falta de assertividade e a ansiedade de fixação. O medo de perder o outro faz-te esquecer que, ao não saberes como impor limites no relacionamento sem medo de rejeição, já te perdeste a ti mesma.

    A Neurociência por trás do “Sim” Crónico:
    O Teu Guia de Como Impor Limites no Relacionamento sem Medo de Rejeição

    Por que é que dizer “não” causa um nó no estômago tão grande? A ciência explica. O medo da exclusão social e da rejeição ativa as mesmas áreas cerebrais da dor física. Quando tu cedes e dizes “sim”, o teu cérebro recebe um alívio imediato à ansiedade — uma falsa sensação de segurança. Tu viciaste-te na dopamina de “salvar pela paz” do momento, mas ficas exausta e drenada a longo prazo.

    Para quebrar este ciclo, aqui está o teu guia prático de como impor limites no relacionamento sem medo de rejeição:

    1. Testa com Factos, Não com Emoções: Um limite não é um ultimato dramático; é uma demarcação de território feita com voz calma e olhar fixo.
    2. Usa o Salto Alto Emocional para Desacelerar:
      Quando ele quebrar um acordo ou aparecer de surpresa, não cedas se já tiveres planos.
    3. Assume o Preço da Tua Postura: Se a imposição de um limite afastar esse homem, ele não era o parceiro do teu império

    No nosso artigo anterior sobre a [Anatomia do Resgate 👉 ler artigo anterior], nós vimos como a necessidade de colar cacos alheios te drena. O limite é a ferramenta geométrica que protege e delineia não só o teu território como o teu posicionamento e valorização.

    Conclusão: O Teu Trono, As Tuas Regras

    O amor real não exige a tua anulação. Uma Regente não negoceia a sua dignidade para manter um homem por perto. Ela habita o seu próprio espaço e sabe que o seu tempo é o ativo mais premium do negócio.

    Aprender como impôr limites nos relacionamentos sem medo de rejeição não é sobre afastar o outro;


    Antes sim sobre te aproximares de ti mesma e recuperares o controlo do teu trono e do teu reino.

    Com Amor & Ousadia

    Vanda Roberto –


    Já conheces o meu canal no Youtube?
    Ora espreita aqui👇
    https://www.youtube.com/@vandaroberto

    Como Impor Limites no Relacionamento sem Medo de Rejeição Read More »

    A Anatomia do Resgate: Porque Insistes em Salvar Homens Indisponíveis?

    O Brilho Falso, do Homem-Projeto

    Há uma linha muito ténue — e perigosa — entre seres uma mulher amorosa e seres uma voluntária emocional na vida de um homem que não quer ser salvo.

    Na selva das relações modernas, um dos padrões mais devastadores que observo no meu consultório é o da mulher que se especializou em investir num homem quebrado ou fragmentado no mercado afetivo

    Conheces o cenário. Ele é inteligente, tem potencial, mas está em pedaços. Tem traumas de infância não resolvidos, uma ex-namorada que o magoou profundamente, ou uma “fase confusa na empresa” que justifica o facto de ele não conseguir dar-te o básico: presença, constância e respeito.

    Em vez de calçares o teu salto alto emocional e dares um passo atrás perante a escassez, a tua Amante Ferida ativa o modo de resgate. Tu assumes o papel de terapeuta, de mãe, de assistente social. Acreditas, piamente, que com o teu amor infinito, a tua paciência e a tua compreensão, ele finalmente vai juntar os cacos, acordar e ver a mulher incrível que tu és.

    Deixa-me aplicar a frieza analítica à realidade dos factos: tu não estás a ser generosa. Tu estás viciada na fantasia do resgate.

    A Dinâmica Oculta: Sentir-se Necessária para não Encarar o Vazio

    Porque é que uma mulher inteligente, bem-sucedida e consciente se submete ao papel de figurante na vida de um homem confuso? A resposta está na história dos teus dados emocionais: tu confundes ser necessária com ser amada.

    Quando escolhes um homem quebrado ou fragmentado, a tua mente cria uma ilusão de segurança. Pensas: “Se ele precisa de mim para colar os seus pedaços, ele nunca me vai abandonar”.

    O foco passa a ser totalmente a dor dele, a confusão dele, o tempo dele. E, de forma muito conveniente, enquanto passas vinte e quatro horas por dia a tentar descodificar a mente dele, tu não precisas de olhar para o teu próprio vazio.

    Não precisas de encarar o facto de que andas descalça, a sangrar, enquanto tentas pavimentar o caminho para alguém que nem sequer te pediu para o fazeres.

    O homem-projeto é a maior distração que podes encontrar para adiares a tua própria Regência. Salvar o outro é o disfarce mais elegante que a tua mente encontrou para o teu próprio autoabandono.

    A Química da Rejeição: O Sistema de Recompensa Ativado

    Vamos espremer o sumo mais amargo deste padrão. Relações com homens indisponíveis funcionam exatamente como um casino emocional devido à forma como o nosso cérebro reage à intermitência.

    Num dia ele está presente e valida-te; o teu cérebro recebe uma descarga de dopamina — o neurotransmissor responsável por ativar o nosso sistema de recompensa e gerar uma sensação de prazer imediato.

    É a promessa de que a recompensa está próxima, o que te faz querer repetir o comportamento a todo o custo, e isto faz-te sentir amada.

    Dia seguinte, quando ele se afasta e entra em silêncio, a dopamina cai drasticamente e tu entras em privação química. A tua ansiedade dispara, a hipervigilância ativa-se e tu começas a rondar as redes sociais dele como uma predadora à procura de pistas, apenas para tentares obter aquela “dose” de alívio e prazer imediato outra vez.

    Tu não estás apaixonada por aquele homem. Estás viciada não só no ciclo neurológico de ansiedade e alívio como também no esforço, de dares para seres amada e valorizada.

    Dobrar a vontade de alguém que já te demonstrou, geometricamente, que não te escolheu como prioridade, é um dos teus padrões.

    Verdade nua e crua é esta: o amor real não te deixa exausta. O amor real ocupa espaço de forma leve.

    Se para manteres a relação tens de fazer malabarismos emocionais e anular os teus limites, tu não estás a construir um império afetivo — estás a cavar a tua própria sepultura de dignidade.

    Conclusão Transformacional: Demite-te do Cargo de Salvadora

    A mudança não acontece quando ele finalmente percebe o teu valor, acontece sim quando tu percebes que o teu valor, não está em promoção, negociação, não depende da valorização ou aceitação seja de quem for.

    Uma Regente não reabilita homens. Uma Regente habita o seu próprio espaço e observa as ações concretas. Se o terreno dele é árido, confuso e instável, a postura dita que recolhas a tua energia imediatamente. Nem toda a ligação merece acesso ao teu banquete, e certamente ninguém merece ver-te descalçar os teus sapatos de dignidade para tentar caber numa vida de migalhas.

    Demite-te hoje do cargo de salvadora de homens quebrados ou fragmentados.

    A única pessoa que precisa de ser resgatada na tua vida és tu mesma e regente e digo-te mais:

    Quem se anula para ser amada, não se descobre para ser libertada.

    Com Amor e Ousadia

    Vanda Roberto

    A Anatomia do Resgate: Porque Insistes em Salvar Homens Indisponíveis? Read More »

    A Verdade Nua e Crua

    Tornar me mãe solo foi assustador, mas Descobrir que o pai do meu filho era um violador, foi muito pior.

    Esta é a verdade nua, crua e bastante dura da minha história

    Nada faria prever algo tão grotesco debaixo do meu próprio tecto, mas aconteceu.

    Não foi o meu filho biológico a vítima, mas a minha filha de coração, a minha enteada.

    Como deves calcular, receber uma notícia destas foi devastador!… Devastador para Ela, para mim, para o meu filho que tinha acabado que completar 3 anos de idade.

    -E agora!? O que é que eu faço à minha vida? – Estes foram os primeiros pensamentos. Mas o mais forte e importante deles todos, era sem dúvida, proteger o meu filho, já que não consegui proteger a minha enteada.

    Foi muita coisa para pensar, resolver, decidir, enfrentar…

    Papéis, burocracias, tribunal, autoridades, a nossa segurança, advogado, despesas, dívidas em meu nome. . .

    Sinceramente, ainda hoje estou para saber, como raio, consegui manter a minha postura, sanidade mental e força abrupta para lidar com toda esta m#4d@, sem ajuda de quem quer que fosse (claro que tive algumas pequenas ajudas, mas no que toca a todo este processo, e criação do meu filho, eu fui exímia!) – Podes até esta a pensar “gaba-te cesto, que vais à vindima!” – Mas a realidade nua e crua de passar por um processo destes, é completamente desgastante, altamente tóxico e super destrutivo.

    Tive nojo de mim própria, no banho esfregava-me com toda a força, na esperança de sentir menos a peçonha dele, na esperança de arrancar da minha pele, do meu corpo, qualquer vestígio daquela relação.

    Nem sequer conseguia ouvir a palavra “sexo” ou qualquer coisa que se relacionasse a isso – O meu estômago automaticamente contorcia-se todo, qual píton em torno de uma presa.

    Com o passar dos meses, isto passou-me. Além do mais, não me permitia focar na vitimização, ou andar a lamentar-me. Tinha mais em que pensar. . . Eu agora era além de Mãe, pai também.

    Mãe Solo…

    Eu Vanda, na altura 28 anos, com um filho de 3 anos nos braços, esta era a minha nova realidade, a minha verdade nua, crua e dura – Mãe Solo.

    Mas este não é para ser um artigo de lágrimas, é sim para ser um artigo de esperança, de reverência a todas as mães solteiras que andam por aí, é sim para ser um artigo de superação, garra e fazer o que tem de ser feito!

    Eu consegui, além de ganhar todas as batalhas, ganhei esta guerra, com uma supremacia máxima, adquiri ainda competências que nem imaginava possuir, e ser mãe solo, foi sem dúvida a mais desafiante delas todas.

    Ser mãe solo é como ser uma artista que dança nas estrelas, criando uma coreografia única, onde a força, a delicadeza e o amor se entrelaçam. É uma jornada repleta de desafios, mas também de triunfos que merecem ser celebrados.

    Pode ser que, no início, a música seja desconhecida e os passos incertos, mas com o tempo, a Mãe Solo descobre-se, uma verdadeira mestra na dança da vida. Superar as adversidades é o chão onde ela brilha com luz própria.

    Na solidão aparente, ela descobre a verdadeira essência do seu poder. É um poder, que não vem apenas de resistência física, mas de resiliência emocional. Ser mãe solo é abraçar uma jornada com um sorriso determinado, sabendo que cada desafio é uma oportunidade para crescer, aprender, evoluir e reinventar-se.

    A superação, não é apenas sobre vencer obstáculos práticos, mas também sobre transcender as limitações impostas pelos outros e, às vezes, por nós mesmas. É um acto de rebeldia amorosa, contra as expectativas não realizadas e um mergulho profundo na essência pura e em amor próprio.

    Ser Mãe Solo, é como uma rosa que floresce no deserto, encontramos a beleza única, em situações aparentemente áridas. Somos as protagonistas das nossas próprias histórias, histórias de determinação, coragem, amor e poder. Ditamos as nossas próprias regras, regendo a própria vida e sonhos.

    Mães solo são forças quase sobre-humanas da natureza.

    Então minha Diva Regente, se és mãe solo, abraço-te!

    Sabe, que somos mais fortes, do que a pinta que os outros nos tiram ou sequer imaginam, aliás nem sequer têm imaginação para tanto! Eis mais uma verdade nua e crua.

    Cada passo, por mais exigente que seja ou insignificante que pareça, é uma expressão do teu poder único. Nós, não dançamos apenas para sobreviver, mas para prosperar, inspirar, reiventarmo-nos e renascer, as vezes que forem necessárias.

    E nesta dança, o mundo une-se, venerando e aplaudindo as nossas jornadas incríveis, e mesmo que o mundo não o faça, faço-o Eu, com toda a veemência.

    Partilha com todas as mães solteiras que conheças, vamos alcançar as estrelas, porque o universo não tem limite.

    Rege a tua Vida, Rege os teus Sonhos,

    Biju Biju,

    A tua Terapeuta e Mentora Motivacional,

    Vanda Roberto.

    Podes saber mais acerca de mim aqui 👇

    https://vandaroberto.com/sobre/

    Segue o meu canal no youtube 👇

    https://www.youtube.com/channel/UCfeFMlqfDoCNmt5mRlznAaghttps://www.youtube.com/channel/UCfeFMlqfDoCNmt5mRlznAag

    A Verdade Nua e Crua Read More »

    O meu círculo vicioso

    Desde a minha adolescência, sempre tive uma tendência absurda, para só achar piada ao chamados Badboys.
    Aqueles rebeldes, cheios de atitude e personalidade forte fascinavam-me, existia algo neles que me atraia, não sabia era o quê!?!
    Eu vivia num círculo vicioso, no que toca a relacionamentos amorosos, mas não tinha a mínima consciência disso.

    Inclusive dos 15 aos 20, existiam 2 rapazes de quem eu gostava muito, e andei dividida ao longo destes 5 anos, pois quando um acabava comigo, parecia que o outro estava à minha espera, entrando assim de novo na minha vida, só para tudo se voltar a repetir.

    Só quando fui eu a acabar um destes 2 relacionamentos, é que pareceu ficar por ali. Isto aconteceu, porque apercebi-me que tudo se estava a repetir, e eu não queria mais aquilo para mim. . .

    O comportamento dele perpetuou-se, havia novamente indiferença, afastamento, desculpas esfarrapadas para não vir ter comigo, as mensagens deixaram de aparecer e os telefonemas eram cada vez mais escassos. E depois vinha o término da relação com ele a dizer-me sempre o mesmo:

    – Desculpa não consigo; Eu não estou bem; o problema não és tu, sou eu!

    E antes de dar-lhe esse gozo, peguei na merda do telemóvel e mandei-lhe apenas uma mensagem a terminar eu a relação. Esta para mim era uma prova de fogo, pois queria ver, se ele vinha correr atrás e lutar por mim, como eu sempre fizera por ele, ou não.

    E realmente não o fez. Estivemos mais de 10 anos sem saber nada um do outro.

    Entretanto, começou o relacionamento altamente tóxico e que chegou a ser abusivo com o pai do meu filho.

    Sete anos e 4 meses disto. Viver no Inferno de Hades aposto que seria muito menos brutal.

    Tentei refazer a minha vida amorosa, mas os relacionamentos seguintes foram um fracasso. Aqueles que eram rapazes impecáveis e pacíficos, perdiam para mim o interesse facilmente, quando não tinham defeitos eu tinha de os encontrar. Já aqueles que demonstravam mais afastamento e indiferença, para mim eram fascinantes, pois apresentavam problemas emocionais e eu achava que ia conseguir ajudá-los a ultrapassarem essas suas barreiras. Sentia ter essa responsabilidade, depois era abandonada ou rejeitada, e ficava um tempo no fundo do poço.

    Mas foi aqui que se deu a reviravolta, qual Déjà Vu incessante.
    Apercebi-me que estes homens pareciam copiar o comportamento uns dos outros. . . Tinham um mamar muito doce quando queria apenas atingir os seus fins, manipulavam de tal ordem, que eu chegava a colocar em causa a minha sanidade mental, buscavam sexo mas pouco se entregavam numa ligação emocional, egocêntricos ao mais alto nível.
    Quando o último, me arrancou o tapete debaixo dos pés com tamanha brusquidão eu decidi dar um “Basta”.
    – Afinal, o que é que eu tenho? Qual é que é, o meu problema, para só ter disto na minha vida!?

    Foi aqui que me decidi a procurar ajuda profissional para me compreender e acima de tudo ganhar clareza com o que se passava comigo e com a minha vida amorosa.
    As peças começaram a encaixar umas nas outras e a fazer sentido.
    Foi de tal ordem intenso, libertador e transformador, que tendo eu já optado, pela área do desenvolvimento pessoal, decidi especializar-me em relacionamentos amorosos e familiares. . . Sim, ambos, porque não dá para curar o amoroso, sem passar pelo familiar.
    Descobri que todo este círculo vicioso nos meus relacionamentos amorosos estava diretamente ligado às minhas feridas de alma, e que sofria da “Síndrome Amar de mais” – Robin Norwood.

    Este é um processo com coisas menos boas, mas com outras maravilhásticas, onde a liberdade de atingirmos o nosso máximo potencial, é uma luz apaixonante.
    Sair do “Círculo Vicioso para o Círculo Virtuoso” é uma meta muito possível.

    Apaixonas-te por ti, e apaixonas-te pela vida!
    E deixa-me contar-te um segredo Diva Regente, Mulheres Felizes, Brilham mais!

    Rege a tua Vida, Rege os teus Sonhos.

    A tua Terapeuta e Mentora Motivacional,
    Vanda Roberto.

    O meu círculo vicioso Read More »

    3 Chaves Mestras para a Liberdade

    de um relacionamento conflituoso e desgastante

    Estás num relacionamento conflituoso, desgastante, tóxico!?

    Pois sabe que podes sair dessa, basta activares em ti estas 3 Chaves Mestras.

    Todo o MindSet pode ser trabalhado, desenvolvido, fortalecido, e o teu não é excepção, basta tu quereres.

    Ora escuta só o que preparei para ti!👇

    3 Chaves Mestras para a Liberdade Read More »

    MindSet para Relacionamentos

    Até que ponto o mindset pode influenciar os meus relacionamentos?

    Até que ponto o mindset pode alterar a forma como eu encaro os relacionamentos à minha volta?

    Será isto possível?

    É possível colocar o mindset a funcionar a meu favor nos meus relacionamentos?

    Tudo é uma questão de configurares a tua mente para o “Bem, para o Bom, para o Justo e para o Belo de todos os intervenientes.

    Vem de mente aberta e escuta só o que preparei para ti, no episódio de hoje de “Mentalidades Virtuosas, Vidas Poderosas.”

    Deixo-te aqui o link para o artigo de blog do qual eu falo no Podcast, se a tua curiosidade falar mais alto.👇

    https://vandaroberto.com/cada-accao-gera-uma-reaccao/

    MindSet para Relacionamentos Read More »

    A História da Lucy -Manipulação e Rejeição

    Hoje venho falar-vos da Lucy

    A lucy (nome fictício, para perservar a sua identidade) viveu durante anos em relacionamentos tóxicos.
    Não foi apenas num relacionamento amoroso, eram também as suas amizades que a destruíam.
    Acompanhei esta história verídica bem de perto.
    O ex companheiro humilhava-a, diminíia-a, desrespeitava-a inclusive na frente da filha de ambos, era um tão mau exemplo que um dia tive que me meter no meio da discussão frenética que ali evoluíu para severas ofensas e graves ameaças.

    Eu falava imenso com a lucy acerca da situação, tentava dar-lhe força e esperança para enfrentar a situação, agarrar o touro pelos cornos e seguir para a sua liberdade. Ela merecia-o! Ela tinha todo o direito de ser feliz, por Ela, pela sua filha.

    Envolveu-se com um fulano e era louca por ele. Só havia um problema, ele usava-a apenas para sua satisfação pessoal, sem demonstração de existir a mais ínfima possibilidade de evolução nesta relação, sem um assumir de compromisso ao fim de algum bom tempo… E as coisas só aconteciam quando ele queria e quando era ele que a chamava, ao contrário, ele nunca estava disponível. Comecei a fazer-lhe ver o quanto isso estava errado, e o pior é que a lucy tornara-se obcecada por aquele homem, ele era como uma droga da mais viciante que possa haver. A lucy sofria, tornou-se numa controladora obcecada por cada passo que ele dava.

    Existia também no meio desta relação pseudo-amigas que insistiam para a lucy não perder a esperança que ele ia mudar porque ele gostava muito dela. E a Lucy lá se mantinha, desejosa pela mensagem ou chamada para combinarem o próximo encontro.
    No meio disto tudo, a Lucy conheceu um Homem Espectacular. A lucy sentia tudo por ele, vivia imenso e partilhava tudo da sua vida, mas não sentia o suficiente para avançar para algo mais sério. A lucy não conhecia a face do verdadeiro amor, e isso assustava-a muito mais, do que a atraía.

    Comecei a analisar o que a lucy desabafava comigo acerca dessas amigas, havia qualquer coisa que não batia certo.
    Cada vez que a lucy tinha uma boa evolução na sua vida, as pseudo-amigas rebaixavam-na, qualquer que fosse o marco que ela atingia, diziam para ela ter cuidado não fosse um passo mal dado, e quanto maior o salto, maior a queda. Cada vez que ela tinha um objectivo em mente por pequeno que fosse, tentavam sempre dissuadi-la de o concretizar. Começou seriamente a parecer-me que a Lucy passava uma grande parte do seu tempo a ser manipulada. Estas ditas amigas, tinham medo que a sua luz brilhasse mais que a delas. Disse-lhe para ela parar de contar toda a sua vida a essas pessoas, principalmente se tinha um objectivo para atingir, para calar a boca e contar só depois do objectivo atingido.

    A lucy começou a levar os meus conselhos a sério, e começou a ver os resultados. Aos poucos foi-se apercebendo onde estavam as suas verdadeiras amizades. Começou a ser selectiva e gastar melhor o seu tempo, inclusive a perseguir os seus sonhos em vez de perseguir um fulano que não valia um chavo.
    Começou por se libertar dessa relação, foi um par de patins em linha que ainda hoje nos rimos quando falamos do fulano. Libertou-se das pseudo-amigas que entretanto mostraram bem a sua índole quando colocaram as garras de fora e ficaram contra a lucy nesta contenda.

    O tempo foi passando e a lucy gradualmente foi assumindo o poder e comando da sua vida.
    Em menos de um ano, esta mulher maravilhosa, esta minha Diva Sagrada, mudou de trabalho um par de vezes, tirou a carta e comprou logo carro. .

    Aquele Homem Espectacular continuou sempre a lutar por Ela, inclusive pediu-me ajuda para a consquistar. Disse-lhe para ele lhe dar tempo. Ele soube esperar, mas foi necessário tomar uma atitude mais drástica, e só quando o Homem Maravilha a rejeitou e lhe deu a entender que tinha avançado com a sua vida, é que a Lucy desesperou e percebeu o quanto o amava, conseguiu vivenciar na sua mente, a sua vida sem o ter por perto, e isso atormentou-a como eu nunca tinha visto. Ela estava desesperada. Arregaçou as mangas e foi á luta por aquele que fazia o seu coração bater. Estão juntos até hoje, porque o homem maravilha foi inteligente no seu jogo e soube esperar.

    Com toda esta história consegues perceber que a Lucy só se identificava com quem a rejeitava!? Humilhava! Feria!
    Isto era apenas porque a Lucy não conhecia outra realidade senão essa. Estas eram feridas da sua Alma, bem marcadas em cicatrizes profundas.

    E tu espelhaste nesta situação ou conheces alguém que vive em ambientes altamente tóxicos ou manipulativos!? Desabafa comigo que terei todo o gosto em ler-te e ajudar-te.
    Partilha este Artigo e ajuda-me a chegar a mais mulheres como a Lucy.

    A tua Terapeuta e Mentora Motivacional
    Vanda Roberto

    A História da Lucy -Manipulação e Rejeição Read More »

    Relacionares-te contra os teus princípios

    Durante uma grande parte da minha vida, estive envolvida com alguém que levava uma vida completamente oposta à minha.

    Até aqui tudo bem, somos todos livres de viver conforme queremos e nos der na real gana, o problema é que este oposto era negro, ilegal, injusto, de mentira.

    Quando a pessoa passa a vida a enganar os outros nos negócios, a mentir para conseguir favores, a burlar, a roubar só para viver à grande e à francesa, a fugir das responsabilidades todas, quer seja pagar a renda da casa ou a multa de mau estacionamento, tudo isto é fugir das responsabilidades. Quando a pessoa já te enganou, vezes sem conta, e tu ainda assim teimas em romantizar a coisa e desculpabilizar as suas atitudes mentindo aos de fora, que estão mais atentos que tu, só para não passar vergonha, isso é viveres numa Mentira Feliz! É pura ilusão, é viver de fachada sobrevivendo à realidade dolorosa que te cerca a alma e envenena o coração.

    Estar rodeada pelas pessoas erradas fez-me viver uma vida de sofrimento, choro convulsivo, ficar sem voz (as pessoas que conviviam comigo diariamente já sabiam que se estava sem voz ou rouca, era porque tinha havido discussão da grossa na véspera), e isso minhas Divas Sagradas era algo que acontecia 5 dias em 7 da semana, por isso acredita em mim, quando te digo que não compensa nada, viver assim. 

    Desde de ser acusada de infiel, aos ciúmes doentios, à possessividade, ao ser manipulada e afastada de todos aqueles que poderiam abrir-me os olhos, passei de tudo um pouco, e nem te vou falar de coisas muito mais graves e preocupantes, estou a contar-te tudo isto, porque aqui está um dos meus princípios mais altos posto em causa “ a minha Liberdade”. 

    Viver na corda bamba da vida, não é para mim, gosto de dormir com a cabeça descansada na almofada e de consciência tranquila. Isto era algo que naquela altura não acontecia. Houve mesmo uma fase em que esperava a qualquer momento ter a polícia a entrar-me porta adentro. Viver neste sufoco, neste medo, é escabroso, principalmente quando cresceste e foste educada para seres honesta e a viver com integridade.

    Consegues perceber o quanto fui contra os meus princípios e valores por ateimar numa relação que só me desgastava, humilhava e feria!?!

    Tudo isto se vai refletir nos teus relacionamentos futuros, vai-te mudar bruscamente, vais perder a tua identidade e passar a viver em função do outro. 

    Por isso se estás numa relação amorosa onde imperam as discussões, se vives com alguém que leva uma vida que vai contra os teus princípios, sai fora o quanto antes ou arriscas muito mais do que imaginas.

    Conta-me sem medos, vives, já viveste ou passaste por uma experiência destas ou semelhante?

    Vou adorar ler-te, envia-me mensagem privada se te sentires mais à vontade ou para o email vr@vandaroberto.com 

    Biju Biju,

    A tua terapeuta e Mentora Motivacional,

    Vanda Roberto.

    Relacionares-te contra os teus princípios Read More »